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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Asteroide 5313 nunes

O asteroide 5313 foi descoberto por Henri Debehogne em 18 de Setembro de 1982.

Foi depois baptizado de “nunes” em homenagem ao grande Pedro Nunes.

É um asteroide da cintura principal de asteroides e orbita o Sol em 1204,8 dias, a uma velocidade de 20 km/s.

Para fazer companhia ao asteroide Portugal que já consta das nossas capturas – ver  http://www.atalaia.org/encontro.php?id=63 – eu, o José Ribeiro, o João Gregório, o António Santos e o Filipe Alves resolvemos captar também algumas imagens do “5313 nunes”.


Fonte: Blog de Astronomia

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Estudantes da UFSCar descobrem novo objeto por meio de parceria internacional.

Um grupo de dez alunos da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos, Brasil), que integram a International Asteroid Search Collaboration (IASC), participou recentemente da descoberta de um novo asteroide, que recebeu o nome de TOV3MV. O objeto está localizado no Cinturão Principal de asteroides, entre as órbitas de Marte e Júpiter, a mais de 270 milhões de quilômetros da Terra. O asteroide foi descoberto por meio da análise de um conjunto de imagens captadas no observatório do Astronomical Research Institute (ARI), em Illinois (EUA). O grupo recebe orientação de Gustavo Rojas, do Núcleo de Formação de Professores da UFSCar e coordenador local do projeto.

A IASC é uma colaboração internacional entre universidades, observatórios, instituições de pesquisa e escolas, que tem por objetivo a identificação e descoberta de Objetos Próximos à Terra (NEOs) mediante a análise de imagens astronômicas por estudantes e professores dos ensinos Médio e Superior. Em outubro de 2010 o mesmo grupo da UFSCar participou da descoberta do asteroide chamado de 2010 SZ33, localizado a 450 milhões de quilômetros do Sol. Atualmente, o grupo de estudantes, que também conta com dois alunos da USP São Carlos, participa da terceira campanha observacional da IASC, que prossegue até 11 de março.
De acordo com Rojas, antes de receber as imagens os estudantes são treinados para utilizar adequadamente o software Astrometrica, identificando a presença de asteroides e possíveis alarmes falsos. O coordenador explica que a cada dois ou três dias um pacote de imagens é enviado para as escolas participantes. Após receberem o material, os estudantes têm 48 horas para analisar as imagens e identificar a presença de asteroides, localizados como pequenos pontos luminosos que movem-se em relação às estrelas. As análises são feitas na UFSCar ou nas próprias casas dos estudantes, já que o único material necessário é um computador com acesso à Internet e o software Astrometrica.
Gustavo Rojas afirma que “ao final da campanha observacional, os estudantes recebem um certificado emitido pela NASA e a instituição recebe uma placa comemorativa com o nome de todos os participantes. As descobertas são repassadas ao Minor Planet Center, órgão vinculado à União Astronômica Internacional, e ficam registradas no site do projeto”. Na opinião de Rojas, os estudantes que participam deste projeto têm a oportunidade de se envolver em uma colaboração internacional, na qual prazos e metas são bem definidos. “A atividade também é muito importante para a UFSCar, que passa a manter contato com instituições de pesquisa astronômica de renome mundial, como a NASA, o telescópio Faulkes e o Global Hands-On Universe”, destaca.
Embora não haja pré-requisito para participar do projeto, é desejável que o aluno tenha conhecimentos de Astronomia, Computação e do idioma Inglês. Os interessados em participar da atividade devem fazer contato com Gustavo Rojas, pelo e-mail grojas@ufscar.br. Outras informações estão disponíveis no site da IASC.

Fonte: Blog de Astronomia

Supernova Remnant


Fonte: Blog da Ciência

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Stardust Next: Encontro com Tempel 1 no dia de São Valentim


O encontro do dia de São Valentim entre a sonda Stardust e o cometa Tempel 1 serviu de inspiração a esta representação artística de chocolates com a forma dos dois protagonistas.

Crédito: NASA/JPL-Caltech.
Faltam apenas 2 dias para o encontro da Stardust com o cometa Tempel 1! Esta será a segunda oportunidade de observarmos o cometa de perto, depois da visita da Deep Impact em Julho de 2005. A NASA prevê que o encontro ocorra pelas 20:37 PST (04:37 do dia 15 de Fevereiro na hora de Lisboa), a uma distância de apenas 200 km e a uma velocidade relativa de 10,9 km.s-1. Estão planeadas um total de 72 imagens da superfície do núcleo cometário, as melhores atingindo uma resolução de 12 metros/pixel. As primeiras imagens deverão ser tornadas públicas poucas horas depois do encontro, durante a manhã de terça-feira.

O cometa Tempel 1 67 segundos depois do impacto do projéctil lançado pela sonda Deep Impact a 04 de Julho de 2005.

Crédito: NASA/JPL-Caltech/UMD.
A missão original da Stardust consistia em sobrevoar o cometa Wild-2, obter imagens e outros dados do seu núcleo cometário, recolher amostras de poeira cometária e devolvê-las em segurança à Terra. 5 anos depois de completar com sucesso a sua missão primária, a Stardust vê-se agora envolvida numa nova aventura. Desta vez terá como objectivo principal observar a cratera deixada em Temple 1 pelo impacto do projéctil de 366 kg que foi disparado pela sonda Deep Impact durante o seu encontro com o cometa. Na altura, a inesperada quantidade de poeira lançada no espaço pela colisão, impediu os cientistas de visualizar com clareza o tamanho e a forma da cratera, dados essenciais para a determinação da estrutura interna do núcleo cometário.


Fonte: Blog de Astronomia

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ancient Aliens

Esta fantástica produção do History Channel, transformada em série, aborda a Teoria dos Astronautas Antigos, na qual a cultura de nossos ancestrais foi influenciada por seres extraterrestres. O documentário mostra evidências e entrevistas com cientistas, pesquisadores e historiadores, autores de livros, PhDs, palestrantes e investigadores que defendem um ponto de vista "ignorado" pela ciência "mainstream".
Poderiam nossos ancestrais realmente terem sido visitados por seres de outro planeta? De onde vieram? O que queriam? Por que partiram? Foram mesmo embora? Quem eram? Poderiam ser seres humanos viajando no tempo a partir de um futuro distante? Quais são as provas?
Prepare-se para uma viagem de uma hora e meia pelo espaço e pelo tempo que pode mudar alguns de seus conceitos.


Fonte: Blog do Astrônomo

A Lua no Touro

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Já chegou o disco voador

Caso o seu vizinho comece a gritar hoje no horário da novela dizendo que está vendo um OVNI, não se assuste. Durante esta semana, por curtos períodos de tempo, um objeto muito brilhante e peculiar poderá ser avistado nos céus de São Paulo, caso a densa camada de poluição permita: É a Estação Espacial Internacional, que reflete a luz do Sol em nossa direção e torna-se visível em determinados locais durante a noite.
A ISS encontra-se em órbita em torno da Terra (já foram mais de 57.300 voltas completas) a uma altitude média em torno de 350km. Seu primeiro módulo foi lançado pela NASA no dia 20 de novembro de 1998 e, desde então, a estação já percorreu incríveis 2,7 bilhões de km. Nada mal para uma máquina que pesa 375.727 kg e é maior que uma cobertura duplex com 4 suítes. 

A tabela abaixo, enviada pelo Rafael, foi retirada do site Heavens Above. Nela são mostradas algumas datas desta semana, para a cidade de São Paulo, com os horários em que a Estação Espacial estará visível no céu. Notem a coluna Mag: na noite de hoje a ISS brilhará com uma magnitude aparente de -3.7, ou seja, 5 magnitudes (ou 100 vezes) mais brilhante que Acrux (a estrela mais brilhante do Cruzeiro do Sul).
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ISS – Visible Passes
Search period start:00:00 Tuesday, 8 February, 2011
Search period end:23:00 Thursday, 17 February, 2011
Observer’s location:São Paulo, 23.5330°S, 46.6170°W
Local time zone:Eastern Brazil Daylight Time (UTC – 2:00)
Orbit:349 x 354 km, 51.6° (Epoch Feb 7)



Fonte: Blogs de Ciência