- Foi a última nave a se acoplar à Estação Espacial Mir;
- Iniciou a construção da Estação Espacial Internacional;
- Colocou em órbita o Telescópio Espacial Hubble;
- Realizou duas missões de conserto e atualização do Telescópio Espacial Hubble;
- Foi a primeira nave espacial a ser comandada por uma mulher - Eileen Collins.
- Retomou os voos dos ônibus espaciais depois do acidente com o Challenger;
- Retomou os voos dos ônibus espaciais depois do acidente com o Colúmbia;
- Levou ao espaço o primeiro cosmonauta russo a bordo de uma nave norte-americana - Serguei Krikalev;
- Levou novamente ao espaço John Glenn, o primeiro norte-americano a orbitar a Terra;
- Levou ao espaço o primeiro robô-astronauta.
Visitem o site 1: www.superastronomia.blogspot.com
quarta-feira, 9 de março de 2011
Diversas coisas marcantes sobre o Discovery
Discovery regressa a casa
O vaivém espacial Discovery aterrou no Centro Espacial Kennedy às 1657:17UTC do dia 9 de Março de 2011, pondo assim um ponto final na sua 39ª viagem espacial e à sua longa história. As rodas do Discovery pararam às 1658:14UTC ao fim de uma viagem de 12 dias 19 horas 4 minutos e 50 segundos.
Após uma manutenção inicial o vaivém espacial será rebocado para as instalações do OPF-2 onde será desactivado. O Discovery será mais tarde entregue ao Smithsonian onde ficará em exposição permanente num museu.
Na próxima edição do Boletim Em Órbita será publicado um artigo completo sobre a missão STS-133 e sobre a história do vaivém espacial Discovery.
Para alguém que desde pequeno segue a exploração espacial, tanto o lançamento do Discovery como a sua última aterragem foram momentos únicos. Ao contrário do que aconteceu com as Soyuz, nunca terei a oportunidade de ver o lançamento de um vaivém espacial. Fica agora o vazio; faltará algo que me acompanhou nos últimos anos e que muitos de nós se habituaram a ter como garantido.
Com o regresso do Discovery é o princípio do fim de uma era, faltando agora o último voo do Endeavour em Abril e o último voo do Atlantis, em Junho.
terça-feira, 8 de março de 2011
NASA diz ter provas de vida fora da Terra
Richard Hoover, investigador da Agência Espacial Norte-Americana, interpreta esta sua descoberta como "um indício de que a vida está distribuída de uma forma mais ampla e que não se restringe em exclusivo à Terra".
O cientista chegou a esta conclusão depois de mais de uma década dedicada a estudar um tipo de meteorito extremamente raro, encontrado em áreas remotas como Antártida, Sibéria e Alasca, susceptível de conter vestígios de água e microorganismos terrestres e extra-terrestres.
Por causa da "natural controvérsia desta descoberta", a direcção da revista Journal of Cosmology convidou mais de cinco mil personalidades da comunidade científica a estudarem o artigo de Richard Hoover e a deixarem o seu comentário. (Retirado do Publico, 7 de Março de 2011)
segunda-feira, 7 de março de 2011
Cientista da NASA afirma ter encontrado vestígios de Vida Extraterrestre
Um cientista da NASA, Dr. Richard Hoover afirma ter encontrado evidências de vida extraterrestre. Esta pesquisa efectuada pelo Dr. Richard B. Hoover, um astrobiólogo do Marshall Space Flight Center da NASA, foi publicada na edição de março do Journal of Cosmology.
No artigo publicado, o Dr. Hoover descreve as últimas descobertas realizadas num tipo extremamente raro de meteoritos carbonáceos denominados CI1. Apenas nove meteoritos deste tipo foram encontrados na Terra. O cientista obteve estes resultados após uma análise por microscopia electrónica do interior do meteorito. As evidências obtidas constam de microfósseis semelhantes às cianobactérias que existem na Terra e outros que não foi possível identificar com algo conhecido. Segundo o Dr. Hoover, estes microfósseis têm origem extraterrestre e não são provenientes de contaminação do meio terrestre.
Por ser um tema controverso, a direcção do Journal of Cosmology convidou 100 especialistas e mais de cinco mil cientistas a estudarem o artigo de Richard Hoover e a pronunciarem-se sobre o mesmo.
É importante, no entanto, sublinhar duas coisas relativamente a esta notícia. Em primeiro lugar o site em questão onde foi publicado o artigo (Journal of Cosmology ), é um site que já foi duramente criticado por conter artigos de índole duvidosa do ponto de vista científico, estando já anunciado o fim desta publicação online. Em segundo lugar, o artigo em questão já foi também criticado por especialistas que afirmam não existir fundamento para o que é afirmado. Como exemplo temos o blog de Rosie Redfield que faz uma crítica técnica ao artigo em questão:
domingo, 6 de março de 2011
Vaivém secreto em órbita
A United launch Alliance (ULA) levou a cabo o lançamento do segundo veículo X-37B OTV (Orbital Test Vehicle), um pequeno vaivém espacial não tripulado que irá levar a cabo uma missão militar em órbita cuja duração não está definida.
Sendo uma missão militar, é desconhecida a carga transportada a bordo do X-37B no entanto crê-se que essa carga é composta por instrumentos de observação óptica e electrónica capazes de detectar as comunicações e dados no solo.
O lançamento teve lugar às 2246UTC do dia 5 de Março de 2011 após um adiamento de 24 horas devido ao mau tempo. O X-37B OTV-2 foi lançado por um foguetão Atlas-V a partir do Complexo de Lançamento SLC-41 do Cabo Canaveral, Florida.
Fonte: Blog de Astronomia
OPTIMUS PRIME
Já temos escrito bastante sobre as Vantagens da Exploração Espacial – sobretudo em termos de coisas que utilizamos no dia-a-dia que nunca existiriam se não explorássemos o espaço (sobretudo com a NASA).
A NASA tem dois concursos sobre isso, chamados Optimus Prime, que se destina aos alunos de escolas primárias e secundárias.
Os vencedores foram anunciados esta semana.
O vencedor vindo da escola primária fez um trabalho sobre como a NASA cria roupas que nos protegem dos raios ultravioleta (que provocam cancro da pele).
O vencedor da escola secundária fez um trabalho sobre como o Telescópio Espacial Hubble ajuda a proteger as espécies em perigo de extinção.
O vencedor da escola secundária fez um trabalho sobre como o Telescópio Espacial Hubble ajuda a proteger as espécies em perigo de extinção.
Fonte: Blog de Astronomia
sábado, 5 de março de 2011
Crateras marcianas com nomes portugueses: a cratera Aveiro
Provavelmente muitos de vós desconhecem o facto de existirem crateras em Marte cuja designação oficial teve origem em localidades portuguesas.
A nomenclatura das formações geológicas dos planetas e satélites do Sistema Solar está a cargo do Working Group for Planetary System Nomenclature (WGPSN) da União Astronómica Internacional (UAI), e respeita um conjunto de regras e convenções bem definidas. No caso do planeta vermelho, as crateras com um diâmetro inferior a 60 km recebem os nomes de cidades e vilas de todo o mundo com menos de 100 mil habitantes. Como demonstra uma rápida busca no site do WGPSN, são 4 as crateras marcianas com nomes de localidades de Portugal. Estes locais não receberam até hoje grande atenção por parte da comunidade científica, mas não deixam ainda assim de estimular a minha curiosidade relativamente ao seu aspecto. Tive de me embrenhar nas bases de dados das diversas missões a Marte para encontrar imagens destas estruturas, e descobrir alguns aspectos interessantes da sua geologia. Foi este o pretexto para iniciar convosco um pequeno périplo por estes locais, uma viagem com partida na cratera Aveiro.
Fonte: Blog de Ciência
A nomenclatura das formações geológicas dos planetas e satélites do Sistema Solar está a cargo do Working Group for Planetary System Nomenclature (WGPSN) da União Astronómica Internacional (UAI), e respeita um conjunto de regras e convenções bem definidas. No caso do planeta vermelho, as crateras com um diâmetro inferior a 60 km recebem os nomes de cidades e vilas de todo o mundo com menos de 100 mil habitantes. Como demonstra uma rápida busca no site do WGPSN, são 4 as crateras marcianas com nomes de localidades de Portugal. Estes locais não receberam até hoje grande atenção por parte da comunidade científica, mas não deixam ainda assim de estimular a minha curiosidade relativamente ao seu aspecto. Tive de me embrenhar nas bases de dados das diversas missões a Marte para encontrar imagens destas estruturas, e descobrir alguns aspectos interessantes da sua geologia. Foi este o pretexto para iniciar convosco um pequeno périplo por estes locais, uma viagem com partida na cratera Aveiro.
Fonte: Blog de Ciência
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